Senado vota criação da Universidade Federal do Esporte em meio à Copa do Mundo
O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e passou pela Comissão de Esporte (CEsp) do Senado, onde recebeu parecer favorável da relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF)

Em meio ao clima da Copa do Mundo, o Senado deve analisar nesta terça-feira (16) o projeto de lei que prevê a criação da Universidade Federal do Esporte (UFEsporte). A votação está prevista para ocorrer a partir das 14h, durante sessão semipresencial.
A proposta, apresentada pelo Poder Executivo por meio do Projeto de Lei 6.133/2025, estabelece que a nova instituição terá sede em Brasília, com possibilidade de expansão para outros estados. O objetivo é fortalecer a formação acadêmica, a pesquisa, a extensão e a inovação relacionadas à ciência do esporte.
O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e passou pela Comissão de Esporte (CEsp) do Senado, onde recebeu parecer favorável da relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF). Caso seja aprovado pelos senadores sem alterações, o projeto seguirá para sanção presidencial.
Formação de profissionais da educação também será analisada
Além da criação da UFEsporte, o Senado deve avaliar outro projeto ligado à educação. O PL 96/2024 busca incluir oficialmente cursos de qualificação, pós-graduação, mestrado e doutorado como atividades de formação continuada para profissionais da educação básica pública.
A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Atualmente, a legislação já prevê o direito ao aperfeiçoamento profissional contínuo como parte da valorização da carreira, mas não especifica quais modalidades podem ser consideradas nesse processo.
A matéria recebeu parecer favorável na Comissão de Educação (CE), apresentado pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).
Salvador pode virar sede simbólica do governo federal uma vez ao ano
Também está na pauta dos senadores o Projeto de Lei 5.672/2025, que prevê a transferência simbólica da sede do governo federal para Salvador, na Bahia, no dia 2 de julho de cada ano.
A mudança ocorreria durante as celebrações da Independência da Bahia, data considerada um marco no processo de consolidação da Independência do Brasil. A transferência simbólica envolveria atividades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
O projeto passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner (PT-BA). (As informações são da Agência Senado)
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