Receita Federal de PG vê com positividade projeto do Porto Seco
Delegado da Receita Federal vê com bons olhos novo levantamento técnico apresentado por prefeitura e entidades; decisão final depende de análise da superintendência em Curitiba

A Receita Federal de Ponta Grossa analisa um projeto que pode impactar diretamente o desenvolvimento econômico da região: a instalação de um Porto Seco.
Levantamento técnico apresentado por entidades
Segundo o delegado Dr. Remy Deiab, representantes da prefeitura, da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), da CPG e de outras entidades apresentaram um estudo técnico robusto sobre a viabilidade da implantação.
“Num primeiro olhar, a gente ficou bem impressionado, o estudo de fato está bem feito, robusto, em termos de qualidade e dados consignados ali (…). Reflete o que eu havia dito anteriormente, além de demonstrar o volume de importações e exportações e as projeções em função de investimentos bilionários já aprovados”, afirmou.
Leia também: Ao Vivo: Novo empreendimento na área da saúde em PG
Processo complexo e sem prazo definido
A proposta foi levada ao superintendente da Receita Federal em Curitiba, órgão responsável pela análise. Apesar da boa receptividade, o delegado pondera que o processo é complexo e depende de vários fatores, incluindo a participação de outros órgãos federais como Exército, Polícia Federal, Anvisa e Ministério da Agricultura.
“Não existe prazo porque é uma análise complexa que perpassa por questões legais, jurídicas e estruturais. (…) Envolve muitas variáveis. Por isso digo que é complexo.”
Conheça o nosso canal no Youtube aqui.
Potencial estratégico para Ponta Grossa
Mesmo assim, o delegado destacou a importância estratégica da cidade:
“Na minha percepção, assim como Campinas está para São Paulo, eu vejo que Ponta Grossa, nas próximas décadas, vai estar para Curitiba nessa relação de proporcionalidade. Ainda mais se se instalar o Porto Seco para consolidar esse grande polo logístico.”
Decisão final caberá à Receita em Curitiba
O estudo técnico, apoiado por investimentos já anunciados de empresas como XBRI, Nissin, DAF, Continental e Madeiro, será avaliado pela área de administração aduaneira da Receita. A decisão final caberá ao superintendente em Curitiba.
[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=3gg83tRNH2I[/embedyt]























