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Política

PL propõe merenda a profissionais da educação em Ponta Grossa

O vereador Guilherme Mazer (PT) protocolou na Câmara Municipal de Ponta Grossa o Projeto de Lei nº 162/2026, que autoriza o fornecimento da merenda escolar remanescente a professores e demais profissionais da educação em exercício nas unidades públicas municipais. A proposta prevê o aproveitamento da alimentação já preparada e não consumida pelos alunos, com o […]

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Foto: Divulgação
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O vereador Guilherme Mazer (PT) protocolou na Câmara Municipal de Ponta Grossa o Projeto de Lei nº 162/2026, que autoriza o fornecimento da merenda escolar remanescente a professores e demais profissionais da educação em exercício nas unidades públicas municipais. A proposta prevê o aproveitamento da alimentação já preparada e não consumida pelos alunos, com o objetivo de evitar desperdícios e contribuir para o bem-estar dos servidores.

A iniciativa tem respaldo na legislação federal. A Lei nº 14.403/2022 alterou as normas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e passou a permitir que estados e municípios destinem a alimentação também aos profissionais da educação, desde que seja mantida a prioridade de atendimento aos estudantes. O projeto também se baseia no artigo 30, inciso I, da Constituição Federal, que trata da competência dos municípios para legislar sobre assuntos de interesse local, e no princípio da eficiência administrativa previsto no artigo 37.

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O texto estabelece que a disponibilização da merenda aos servidores não resultará em redução de direitos remuneratórios ou indenizatórios já existentes, como o vale-alimentação, nem implicará aumento na compra de insumos. A medida se restringe ao uso do excedente da produção diária, já incluído no orçamento da Secretaria Municipal de Educação.

De acordo com o vereador Guilherme Mazer, a proposta busca valorizar os profissionais da educação e otimizar o uso de recursos públicos. Ele afirma que a medida também considera a rotina dos servidores, especialmente no intervalo entre as atividades escolares.

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O projeto também aponta possível impacto no ambiente escolar, ao destacar que o compartilhamento da refeição entre professores e alunos pode contribuir para a promoção de hábitos alimentares saudáveis e para o fortalecimento do vínculo no espaço educativo.

A proposta segue agora para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser encaminhada para votação.

*Com informações da assessoria
Yuri Silva
Autoria
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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